Ensine ao seu filho que o mais bonito da vida não se compra com dinheiro

O mundo ficou do avesso e ninguém percebeu, em modo automático seguimos em um percurso desconhecido e todos os dias percebemos o quanto as essências foram sugadas pela ganância. Sinto um alivio ao perceber que nem tudo está perdido como parece, nossas crianças podem construir um futuro diferente do nosso presente, elas precisam apenas aprender o verdadeiro significado da nossa existência. Ensine ao seu filho que as coisas mais bonitas da vida não têm preço, que o que é realmente importante não se compra, nem se vende, e sim, vêm do coração. Inclua-o desde cedo nesse universo em que os afetos vêm antes, em que passar um tempo juntos vale mais que um brinquedo, mais que passar um tempo em frente ao celular, mais que tudo o que você tiver economizado na sua vida.

Benjamin Franklin disse uma vez que quem acha que o dinheiro pode comprar tudo é, provavelmente, alguém que é capaz de fazer qualquer coisa por dinheiro. Vivemos em uma sociedade na qual somos levados a acreditar que isso é verdade, na qual os próprios adultos vivem sujeitos a um mundo no qual o consumismo rege todas as relações, e no qual, sem nos darmos conta, transmitimos esse mesmo valor aos nossos pequenos. Tudo isso nos faz ficar condicionados a levar uma vida na qual trocamos as coisas que temos por outras mais novas, nada tem significado, nada parece durar, e na qual estamos obrigados a viver em um mundo repleto de estímulos, onde tudo tem um preço. Onde tudo se compra e tudo se vende.

As crianças, mesmo quando não percebemos, estão suscetíveis a todas essas dinâmicas. E se isso acontece, tem uma razão muito simples: eles estão sempre observando o que os pais fazem. Quando era pequena, nada que era material me impactava, pelo contrário, eram as brincadeiras na rua, eram as roupas manchadas de tinta que tornavam aqueles momentos tão especiais. Meus pais sempre faziam o possível para dar tudo o que eu e minha irmã queríamos, mas também mostravam o quanto era difícil conseguir comprar, então sempre dávamos muito valor e aproveitávamos tudo o que ganhávamos.

Lembro que quando tinha uns seis anos, ganhei uma almofada e a levava comigo para todos os lugares. Ficava em pânico quando ela sumia ou quando minha mãe a lavava, aquela almofada me passava toda a segurança e o conforto que precisava para ficar bem e me tranquilizava quando os meus pais saiam para trabalhar ou quando algo ruim acontecia. Um item tão simples se tornou tão significativo para mim que a tenho até hoje, e sem dúvida, é algo que quero que os meus filhos tenham, para que eles saibam que independente de onde eles tiverem, perto ou longe de mim, eles podem ficar seguros, como eu ficava quando tinha minha almofada por perto.

Essas lembranças e sentimentos vieram à tona quando conheci a Gli Store, quando naveguei pelas categorias e encontrei as almofadas personalizadas que eles possuem na loja, um flash back me fez relembrar daquela época tão especial da minha vida. Atualmente é comum os pais presentearem seus filhos como justificativa por chegar tarde em casa ou por não poder ficar com eles tanto tempo quanto gostaria. O que eles não sabem é que um brinquedo não diminui a saudade, mas um presente que significa a proteção dos pais, o cheiro de casa, a sensação de estar no seu melhor abrigo, acolhe os pequenos e afasta todo mal, todo medo, toda insegurança, é como se os pais estivessem sempre ali por perto.

Almofadas – Gli Store 

Quando lembro da minha infância, não me lembro dos brinquedos, não me lembro das roupas, não me lembro das horas que passava na frente da televisão. Nas memórias que ficaram estão os momentos, os afetos que foram demonstrados e não as coisas. E agradeço por ter crescido assim, apreciando o que realmente importa, o que realmente move a nossa vida e espero que um dia quando me tornar mãe, meus filhos possam ter lembranças tão boas quanto as minhas.

Ei, conta para nós: entre suas memórias de infância, qual é a mais especial?

Espero muito que vocês gostem, um super beijo e até o próximo post!

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