10 coisas que você deve saber sobre a “naninha” do seu filho!

Por mais que eu tente entender a vida, me sinto em um labirinto desconhecido onde a única resposta que tenho é que a vida é breve demais para que a gente não sinta cada sorriso. É muito frágil para que não sentemos e escutemos a risada dos filhos. Complexa demais para que não aceitemos o choro das nossas tristezas. Quando uma criança nos é enviada, um novo universo se abre: a possibilidade de rever tudo o que já vivemos. Visitamos a infância que tivemos nos olhos da criança que geramos e somos desafiados a responder ao futuro o que faremos da bagagem que carregamos no peito. Um dia nossos filhos carregarão a bagagem que deixamos hoje, não importa qual seja. Então, que nossa tarefa seja ser leve nas suas costas, mas profunda dentro do seu peito.

Se você puxar pela memória, lá atrás, no início de sua infância, deve ter a lembrança de algum objeto que não abandonava por nada. Ele estava presente em todos os momentos, e lhe fazia sentir segura, principalmente em ambientes estranhos ou em ocasiões em que era necessário se separar de sua mãe. Esses são os objetos de transição, ou naninhas, e têm um papel fundamental no desenvolvimento do bebê. Os objetos de transição são chamados assim porque ajudam o bebê a passar pela fase em que percebe que não é uma parte do corpo da mãe, e que pode se afastar dela por alguns períodos.

Além de ser um objeto importante para o desenvolvimento psíquico, a naninha diminui a ansiedade pelas novas descobertas e situações. A maioria das crianças elege um objeto de transição antes de completar um ano de idade, quando descobre que é um ser independente, que pode transitar longe dos pais. A naninha ajuda o bebê a desenvolver sua independência, pois funciona como um apoio neste momento de descoberta, deixando-os mais seguros para interagir com o meio e desenvolver sua criatividade, imaginação, afetividade e cognição. A tendência é que os pequenos se desapeguem das naninhas naturalmente, quando estiverem preparados. Por isso, não se preocupe e nem force uma separação precoce.

Garantir que o bebê esteja seguro enquanto manipula sua naninha é essencial. Por isso, as mamães devem oferecer objetos adequados para que possa haver esse contato prolongado sem oferecer riscos de alergias ou acidentes com pontas e farpas, por exemplo. Uma boa opção é mesmo a naninha, que é pensada exclusivamente para ser a melhor amiga do seu bebê, tanto no design quanto no material utilizado para a fabricação. Na maioria das vezes, a criança não escolhe um brinquedo ou objeto para se apegar por conta própria, e os pais podem estimulá-la a isso. Quando isso acontece, é vantajoso no sentido de poder escolher objetos mais seguros.

Os produtos da Timirim sempre me fascinaram por sua produção consciente e por serem produzidos em algodão orgânico. Queria que vocês pudessem sentir o aconchego que essa pequena naninha proporciona, a maciez incomparável trás aquela sensação de paz, que acalma cada átomo do nosso corpo. Fácil de pegar essa naninha é perfeita para os bebês e pode ser mastigada sem problema. A cara e o corpinho do preguiça foi desenvolvida com a ideia de carinho e maciez, e para simbolizar um amiguinho, ajudando a consolar, confortar e animar o bebê. Na Timirim você encontra dois modelos de naninha: uma com a estampa de bicho preguiça – que foi a minha favorita, e uma com estampa de abacaxi – que é irresistível.

Porque eu deveria escolher uma naninha de algodão orgânico? 

  • O algodão pima peruano orgânico é puro, macio, resistente e durável : é a melhor fibra de algodão do mundo, que deixa a pele do bebê respirar, ajuda a própria regulação térmica e evita irritações e alergias.

Ele é o melhor tecido para a pele sensível do bebê, porque é cultivado sem uso de produtos químicos.

  • Hoje, o algodão convencional é uma das culturas que mais destruí o meio ambiente, quando o algodão orgânico promove a preservação do ar, da aguá, da terra e das pessoas.

Escolhendo o algodão orgânico, você se importa, e você pode confiar que esta comprando o produto mais virtuoso, garantindo um começo saudável para seu bebê.

Se você é mamãe e seu filho não tem uma naninha saiba que nem toda criança tem um objeto de transição, as naninhas entram em cena para ajudar o bebê a se sentir seguro e a lidar com a descoberta do mundo que o cerca. Mas, assim como algumas crianças sentem necessidade de usar o objeto, outras não precisam – e não há nada de errado nisso.

Compartilha com a gente: quando você era pequena você tinha um objeto de transição que não conseguia ficar sem? O que era?

Espero muito que vocês gostem, um super beijo e até o próximo post!

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